“Poeta cosendo um botão nas calças” de Abel Neves

Abril 17, 2015 Deixe um comentário

“Poeta cosendo um botão nas calças” de Abel Neves in Deitar a Língua de Fora, ed. Língua Morta, 2012

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“Canto I” de Rute Castro

Abril 17, 2015 Deixe um comentário
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“Pombalina” de Rosalina Marshall

Abril 17, 2015 Deixe um comentário

“o poema é uma casa” de Rui Pires Cabral

Abril 17, 2015 Deixe um comentário
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“Golpe” de Manuel Margarido

Abril 17, 2015 Deixe um comentário
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cidade nenhuma

Dezembro 28, 2014 Deixe um comentário

O novo livro da medíocre, “cidade nenhuma”, é uma parceria entre Luís Belo e Bruno Ministro. O primeiro como fotógrafo e o segundo como poeta.

As fotografias revelam pormenores não identificados de Viseu. Os poemas são reacções às fotografias. As fotografias entregam Viseu ao (quase) anonimato, promovendo a possibilidade das imagens pertencerem a qualquer cidade, ou nenhuma. A maioria dos poemas parece estabelecer o óbvio observável, através de pequenos trechos, onde existem descrições antropomórficas em demasia, descrições imediatistas ou surrealistas da imagem e/ou fins nem sempre conseguidos.

O meu reduzido conhecimento deste tipo de parcerias poderá estar a subjugar a qualidade dos textos, mas o trabalho que acompanho é o que resulta do par Nozolino/Baião. Ora, a qualidade de Baião, nos poemas que nos oferece, está muito para além de uma legendagem das imagens de Nozolino.

As fotografias de Belo, em “cidade nenhuma”, importam, sobretudo, pela representação dos locais enquanto representações humanas, praticamente, despidas de pessoas. A descoberta visual, traz, novamente, uma prática de etnografia, já presente em “emergir“, o primeiro livro de Luís Belo.

Um livro a descobrir pela colecção fotográfica, que poderia espoletar uma colecção de várias cidades nenhumas.

Edição de 70 exemplares, de 2014.

p.s. – um outro exemplo, mas diferente, da escrita de poesia para fotografia, com vários intervenientes na escrita e desconhecidos na fotografia, pode ser lido e visto na edição Averno de “Nós, os desconhecidos”, de novembro/2012.

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a 20 de Setembro de 1994

Setembro 20, 2014 1 comentário
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