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Rosto, Clareira e Desmaio, de Miguel-Manso

Talvez seja pequeno da minha parte, mas não consigo ultrapassar nenhuma menção a síncope vagal sem colocar na acção Cavaco Silva, o que me deixa tenso e, de uma forma leve, frustrado com a existência universal.

Posto isto, a terceira parte de Rosto, Clareira e Desmaio, de Miguel-Manso (2017, Douda Correria), torna-se numa leitura triste e em fuga permanente do meu próprio universo, o que prejudica o texto do autor.

Crendo na abrangência plena da etnografia, isto é, todas as acções são dignas de registo etnográfico, sinto as duas primeiras partes deste texto, que foi escrito para posterior interpretação dramatúrgica, como elementos poéticos de uma vivência do narrador entre os seus pares ou ante os seus objectos de observação.

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Categorias:livros, poesia, teatro Etiquetas:,
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