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na guerra…

deixar de escrever não foi assim tão mau. muita gente escreve e publica para que se leia. não, não é que escrevam o que penso. ou, se escrevem, se os encontro no mundo de opções que existem, não o escrevem da forma que eu utilizaria para expor. não é, portanto, por redundância. é por falta de espaço. entre uns e outros. entre uns falhanços, afundanços, coisas más – tudo reconhecido e elogiado pelos seus pares – e outras nem por isso e, também, as coisas boas e apreciáveis – tudo muito reconhecido e elogiado e apreciado pelos seus pares -, é tanta coisa que enche e preenche o espaço: um sufoco. e, diga-se, já percebi que, do que escrevi, parece que do outro lado se lê quase tudo encriptado. talvez me devesse ter dedicado mais a aumentar o explicativo (argghhhh!!!!), uma vez que a delapidar fui mau.

… farei a revolução a qualquer hora.

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  1. Janeiro 15, 2011 às 10:13

    sempre a tempo, uma revolução. mas não deixes de delapidar, que (também) é um ofício da palavra a poesia.

    beijo, Zé.

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