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mais um dia novo para Reis-Sá

acordo para o lado livre do cérebro com uma notícia sobre Reis-Sá. já com prazo inválido. parece que no seu mais recente memorando para a PNet acusa os jornais de fazerem críticas escoláticas sobre livros. realiza esta acusação dando como exemplo uma edição da Atual (caderno de cultura do semanário Expresso), em que sem contexto se destrói o recordista de vendas, um dos livros do jornalista-professor-doutor-escritor-pai José Rodrigues dos Santos, ao mesmo tempo que se exulta academicamente um livro de Rosa Maria Martelo, que teve uma edição de 300 exemplares.
escreve o marido-pai-versejador-editor Reis-Sá que o lugar da crítica são as faculdades e a academia, que aos jornais cabe a divulgação. deduzo, então, que o exemplo do professor-doutor-surfista-nadador-salvador-comentador-político Marcelo Rebelo de Sousa seja para ser disseminado e colonizador de todos os lugares em que se fala de livros: façam-se listas.
o serviço público, a educação do gosto ou tão só a liberdade de escolha sobre o que se escreve podem, claro, ser discutidas, mas a vontade da sua castração evidencia o sentido ditatorial do Jorge.

update: o texto do nome citado surge aqui.

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  1. j m
    Novembro 14, 2010 às 16:45

    faço aqui comentário para registar que, segundo Reis-Sá – http://ruadacastela.blogs.sapo.pt/17320.html – a minha última frase é mentira.

    ou seja, ele acha que com a minha frase eu pretendo castrá-lo das suas opiniões… em qual parte da frase eu digo que o PNet ou outra publicação deve negar-se a receber as estapafúrdias ideias que ele escreve? nunca! exacto. apenas emiti a minha opinião.

    o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa não é nadador-salvador, que surpresa, mas já quis ser o salvador do PSD. um pouco mais de visão e Reis-Sá teria percebido a desconstrução da coisa.

    aproveito para informar Reis-Sá de que este blogue tem uma média anual de 3 visitas diárias, pelo que perder tempo a fornecer-me tráfego não lhe retira os louros de ter o que tem.

    schmuck!

  2. Novembro 14, 2010 às 20:33

    só para rir, mesmo. talvez se a resposta fosse menos high-school desse para tentar levar a sério, assim só mesmo rindo.

  3. Jorge Reis-Sá
    Novembro 14, 2010 às 21:29

    Caro ou cara
    onde é que eu digo que a sua frase ser mentira quer dizer que me quer castrar das minhas opiniões? A sua frase é: “a vontade da sua [liberdade de escolha, etc] castração evidencia o sentido ditatorial do Jorge”. A negação seria “a inexistência de vontade da sua [liberdade de escolha, etc] castração evidencia o sentido não ditatorial do Jorge”. Onde é que isto tem alguma coisa a ver com eu achar que com a negação da última frase mer quer castrar das minhas opiniões? Enfim, devemos escrever ambos português, mas devemos ler línguas diferentes. Não tem mal. São três os seus visitantes e dois os meus, por isso, fica tudo em família.

  4. j m
    Novembro 14, 2010 às 22:04

    jm representa josé manuel.

    quanto ao resto… não me apetece.

  5. Jorge Reis-Sá
    Novembro 15, 2010 às 21:24

    Caro José Manuel
    encontrei uma vez no Brasil uma daquelas coisas que se penduram nas portas com uns dizeres daqueles muito essenciais. Citava Nietzsche: “contra fatos, não há argumentos”. Pareceu-me que lhe cabia bem essa vestimenta. Quanto ao resto: também não me apetece.

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