a linha de Sintra e o dia-a-dia

são pouco os movimentos inteiros e, consequentemente, úteis que desenrolo num dia comum.

uma criança agradece a uma adulta estranha o facto de a ter sentado num banco de comboio – o comboio triste da linha de Sintra -, ao lado do irmão.
a mulher sorriu e respondeu “de nada!” e trocaram sorrisos. um outro dia haverá em que a criança, já o não sendo, trocará sorrisos igualmente francos e inocentes na senda do amor.

a luta dos dias é negar ao próximo a sua vontade em provocar a dor ao outro próximo… ou a mim mesmo que também sou gente (entre gentes), ainda que com algum poder. poder para me armar aos cágados… que os cucos ainda estão altos.

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