A rotativa existência do fumo. Os pensamentos e o uso deles.

Ontem, foi um dia curiosamente atípico. Almocei sozinho no refeitório da empresa, onde habitualmente o faço acompanhado. Ouvi a soluços a conversa, em alto volume, de umas cinco raparigas sobre outras não-presentes, talvez também fossem cinco, mas só ouvi dois nomes distintos – só me lembro de um, na frase “o assusto que apanhei com a Cristina a falar para o monitor”. Nesta altura, pensei-me no meio daquele grupo e julguei-me capaz de conversar sobre nada com alguma agilidade – o meu cunho de parvoíce estaria presente. Sinto-me cada vez mais preparado para não falar de nada, conversando sobre isso mesmo, talvez qualquer coisa e um ou outro porque não.

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