notas

Morro sem ti. Sem a vida que me prometi num dia de maior felicidade. Moro na tua morte, habitáculo inseguro e volátil, sujeito às chamas do tempo. Enquanto observo a tua desfiguração, na estrada movimentada dos cadáveres, anoto as palavras vagas que os vivos pronunciam nos cemitérios em que onde afirmam viver; pendurados das janelas, na cidade quase vazia, fumam inalam o ar citadino, impregnado de o tédio contente, com das vistas afogadas no rio velho.

Morro. A tua morte.

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