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o sinal branco

o sinal branco

A manutenção da possibilidade de guerra não me traz paz nenhuma. A paz tensa não me é pacífica. Sei que só eu poderei iniciar a guerra, mais ninguém tem coragem. A guerra não me interessa.

Bem tentam irritar-me. Estarei a entrar num processo acelerado de pacificação do espírito? A guerra não me interessa, porque os oponentes não trariam nada de novo, não têm nada para ensinar. Defendem a casa e não a aldeia. O conceito de comunidade não transcende a família chegada.

Quando os deixo estar sem a minha pressão, não demonstram potencial. Depois de mim, será um afundar na lama. Tornar-se-ão bichos de lodo. Um futuro que não está à vista.

Os mais pequenos da família apresentam uma salutar revolta, mas aqueles de que falei antes têm a certeza da incapacidade dos seus deuses e, por isso, os mais novos nunca poderão escapar ao vazio, apenas se saltarem para fora, obrigando-os a um reinício.

Será este o ano de alteração da relação de poderes? Todos os anos anteriores o seriam e nenhum o foi.

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