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acorrer

Que nos acorra a força de entender
a voz que emerge enfim das gerações
afundadas na noite e na surpresa.

Que nos acorra a voz que se alevanta
dos continentes todos onde exista
a voz antes cativa que a cobiça
espalhou com cega mão.

Ao grito universal que nos acorre
das latitudes onde um gesto audaz
ditou ao tempo a chama e a dimensão
da nova face alegre e libertada

[Ruy Duarte de Carvalho, in A Decisão da Idade – parte do poema “Remate – A decisão da idade”, voz do Herói]

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Categorias:poesia Etiquetas:
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