Do mundo inteiro, quando cai redondo

Do mundo inteiro, quando cai redondo

Correspondo-me com o meu espelho, aquela figura virtual que se retrata em superfícies reflectoras.

Entre a imagem que tenho de mim – puto de sorriso solto – e a que vejo reflectida – careca, olhos encovados, barba triste -, existem anos de vida, sem réstia de orgulho.

Prefiro os homens azul, amarelo e castanho, que vejo pelas ruas do mundo, em cidades de gente sem rosto, e de quem falo às vezes para o homem zangado com que me cruzo nos reflexos.

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