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gostava de ser feliz

na batalha dos dias, enquanto os olhos guardam a insatisfação dos tempos, o que eu penso é que gostava de ser feliz.

ser feliz assim como em ser contente, sem preocupações, sem que a vida me trouxesse atribulações nem problemas solúveis apenas com a calma e a serenidade.

ser feliz cerebralmente. não falo de amores. falo de paz interior na relação com o mundo exterior. não falo de amores, porque esses fazem parte do mais interno dos interiores.

ser feliz cerebralmente. como a morte.

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Categorias:teoria Etiquetas:, ,
  1. Julho 17, 2008 às 21:27

    para mim depende sempre das definições que lhe queremos dar. mesmo com as preocupações/atribulações/problemas, arranjo o espaço para a paz de espírito e a pequena felicidade. intermitente que seja…
    no meu espaço, no meu tempo, na minha pequena liberdade, vou tentando mandar eu.

  2. j m
    Julho 17, 2008 às 21:39

    percebo-te e concordo contigo nas possibilidades relativizadas.

    mas aqui, o que eu quero dizer é que o melhor mesmo seria não ter problemas vindos do exterior, do tipo ninguém me dar um encontrão na rua, não faltar a água, ter certeza de que vou ter sempre dinheiro para comprar a comida…

    🙂

  3. Julho 17, 2008 às 21:52

    eu percebi-te. é de não os deixar entrar que falo. mesmo que não o consiga muitas vezes – como hoje ter tomado banho de água fria 😛

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