Posts Tagged ‘amigos’
sss sss sss scratch my balls
não hão fins, enquanto estivermos vivos, a fazer e ver filmes. em discos ou cassetes. os melodramáticos sentimentos de perda são imperceptíveis aos racionais amorais. haja devolução da perda.
post escrito ao som de duas canções de New Max, do álbum Phalasolo – distribuído gratuitamente -, em que participam numa Pacman e noutra o Virgul… os meus gostos musicais não estão avariados, estão exploratórios, ok? na canção com a participação do Pacman, ele lê as definições de pessoa presentes no dicionário – importante face ao média utilizado.
dardos

existe uma corrente que atira dardos. tem umas regras que se deixam corromper. ela atirou dardos aos meus favoritos.
# Complicadissima Teia
# Em pausa
para além do outro dela o blog
# vortex
de resto, não tenho tempo pachorra para passear e gostar. vou vendo uns post que mandam… quem? LOL
obrigado pelos dardos.
noção implícita
ontem, apercebi-me de um meu erro crucial, que se revela ao longo das próximas curtas linhas – vou tentar acabar de escrever sem ser interrompido.
existem pessoas que se ofendem com trejeitos da expressão e da comunicação. quando pomos em causa a expressão das ideias e, por graça de nosso senhor e da abóbora espiritual, [interrupção] de repente, essas pessoas acham que pomos em causa os fundamentais da sua existência com ligeireza enferma e viperina.
tais pessoas sentem-se ofendidas, sem que o tenham sido.
ora, é este meu erro que pretendo corrigir. prefiro que estas pessoas se sintam ofendidas com razão. assim, é minha vontade começar a ofender todas as pessoas que já se sentem ofendidas comigo, sem que os tenha ofendido formalmente. teremos uns mundinhos muito mais equilibrados.
implícita fica a vontade de que se deixem de sentir ofendidos, mas isso só na hora da morte, em que pedirão o perdão total ao dono da abóbora.
ah… e a cena de ser feliz talvez se afaste um pouco, mas que se lixe.
menos uma grilheta
para o futuro. para ti, uma imagem que tanto aprecias

a mão esquerda
esta mão que vos escreve, sempre negligenciada, abandonada, pouco reconhecida, poderia contar a história dos meus amigos, que saúdo entre silêncios de tempo indeterminado (mais reactiva do que activamente), dos meus amigos que amo mas a quem não falo sobre a minha vida. e acabo por não lhes saber os passos. e acabam a gritar comigo por os ignorar e, para além dos meus amigos, a minha amante e amiga, injustiçada no meio atroz da minha demência. a ela mantenho-a num mundo separado, sem introdução ao outro mundo, que é cheio de diferenças e sorrisos, que são, afinal, os meus amigos.
quando todos os meus mundos precisam ser aproximados, envolvidos… porque fazem sentido juntos.
e todos eles, mesmo assim, ainda gostam de mim. e ficam à espera que eu avance um passo e lhes reconheça, tacitamente, que são eles que me suportam a alma. afinal, é nesta gente toda, para a qual sobram dedos dos dez das mãos, que eu transporto tanta da minha volúpia emocional, intelectual e física.
é nesta gente que penso quando vivo, e vivo quase todos os momentos com esta gente no pensamento.
lamento sempre os meus actos, mas enquanto os factos não forem revelados não há lamento que se admita na minha culpa judaico-cristã.