teoria da desilusão

Archive for the ‘cinema’ Category

psichedelic punk

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vi esta cena e lembro-me que ainda hoje considero a Kim Gordon uma mulher linda. este documentário traz-me recordações quase 20 anos depois. aconteceu antes de eu começar a coleccionar suportes de música e vejo-o muito depois de ter deixado de os coleccionar.

tenho saudades de ir a concertos… tenho sobretudo saudades dos cliques cerebrais que aconteciam com música aparentemente apocalíptica e desconexa de sentido.

remembering Sam diria quem sobrevive àqueles que morrem, sendo Sam um nome substituível.

Escrito por j m

Julho 13, 2009 em 15:09

a misericórdia de deus nos conceda os últimos milagres

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que a vida vai longa, demorada e, temo, a morte já se impacienta.

iniciei o processo de visualização… que não corresponde a nenhuma acção programática ou programada da vida que levo… da integral de João César Monteiro.

comecei pelas Recordações da Casa Amarela, entreti-me n’ O Último Mergulho, e termino – até ver -, n’ A Comédia de Deus.

não são vocês que me expulsam, sou eu que vos condeno a ficar.

Escrito por j m

Fevereiro 14, 2009 em 02:08

her hand, his cheek

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gentle creatures. uma história de percursos sem fim. mesmo que tenham a impressão de estar atrasado. não. vou ficar mais um pouco.

Escrito por j m

Dezembro 26, 2008 em 03:31

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lost and found

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you must now understand i am not to be who i am or who i was.

Escrito por j m

Dezembro 24, 2008 em 03:42

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se ler, não divulgue

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não aprendi nada com o filme – talvez um pouco de inteligência :) . diverti-me bastante com o filme. muita gente poderia aprender muito com o filme. é um verdadeiro hino à imbecilidade reinante [o dia-a-dia]. no meio de tanta imbecilidade… ninguém escapa!

Escrito por j m

Dezembro 15, 2008 em 02:50

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will the tulips return?

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reconheci a música dos Kronos Quartet, mas não me recordo de ter visto o filme antes.

o quarto filme destes dias de semi-alheamento foi requiem for a dream.

é impossível escapar ou tornar relativas as dores e os sentimentos e as esperanças, enfim, perceber que eu sou um deles partes deles são parte de mim.

Escrito por j m

Dezembro 11, 2008 em 02:53

nothing and void – conclusão para pensamentos comuns

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nos últimos dias vi três filmes, pela seguinte ordem:

Resident Evil [Degeneration]
Open Season 2
Juno

e não é que foi uma ordem feliz. do primeiro nada tenho para dizer. o segundo é uma animação que me fez rir e me divertiu.

Juno levou-me a visitar o meu planeta. :)   as maneiras de ver as coisas, a música, os problemas, as preocupações… as vidinhas.

Escrito por j m

Dezembro 10, 2008 em 19:29

o Manel Azeitona, como se fosse cá da terra

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eu gosto de cinema. não tanto como gosto de café. não desisti do café.

só para parecer que estou dentro da onda em que toda a gente está – afinal, até mesmo a CM do Porto tentou enfiar-se, sendo expulsa desta surfada -, venho mostrar qual a minha relação com o Manoel de Oliveira.

conheço muito mal a cinematografia de Manoel de Oliveira, tal como desconheço outras que até me poderiam interessar. no entanto, houveram dois momentos cruciais em que me cruzei com o trabalho de Manoel de Oliveira, deixando-me marcas substranciais.

o primeiro momento, foi na sala do Monumental, com Vale Abraão, nesse dia vi três filmes, comecei no Monumental, passei pelo Nimas e acabei no King, só me lembro de um outro filme, foi o Wittgenstein, não me lembro qual foi o outro.

Vale Abraão
marcou-me por tudo, pela história, pela beleza de Leonor Silveira, pela fotografia e pelo movimento. e, apesar disto, não fui ao Douro… habitualmente, também não é a geografia que me atrai num livro ou num filme.

o outro momento aconteceu anos mais tarde. por alguma razão – não me lembro mesmo – fui à cinemateca e, antecedendo um filme de que não me lembro mas era o meu objectivo, passaram A Caça. fiquei atónito com a violência mental que me foi imposta. a velocidade, os planos, o motivo, o argumento… o social da coisa.

e aqui está… a minha surfada na onda dos festejos dos 100 anos de Manoel de Olveira.

Escrito por j m

Dezembro 8, 2008 em 13:06

olhar além

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na análise profissional da relação entre a verdade e os factos ausentam-se as emoções e os sentimentos intersticiais dos seres que realmente sentem e se emocionam. tudo o mais – o mais que importa – pode ser de facto e apenas o que está ausente. mas isso pode demorar a apreender.


[ele] > [ela]


[ele] > [ela]


[ela] > [ele]

sem qualquer análise, vivendo apenas os silêncios e os sons neles contidos, o que me choca – como num choque e não necessariamente negativo – será sempre a ausência das lágrimas.


[ela]

Escrito por j m

Junho 26, 2008 em 11:12

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jasmim no sutiã

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vi Persepolis. o universo preciso de algo hediondo que guarda pequenos momentos delicados. e, hoje, a diferença é . . . o mundo continua a ser a casa dos horrores. a luta pela liberdade por uns. e a luta contra a liberdade por outros.

Escrito por j m

Junho 23, 2008 em 21:39

Publicado em cinema

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