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psichedelic punk
vi esta cena e lembro-me que ainda hoje considero a Kim Gordon uma mulher linda. este documentário traz-me recordações quase 20 anos depois. aconteceu antes de eu começar a coleccionar suportes de música e vejo-o muito depois de ter deixado de os coleccionar.
tenho saudades de ir a concertos… tenho sobretudo saudades dos cliques cerebrais que aconteciam com música aparentemente apocalíptica e desconexa de sentido.
remembering Sam diria quem sobrevive àqueles que morrem, sendo Sam um nome substituível.
say you do
a misericórdia de deus nos conceda os últimos milagres
que a vida vai longa, demorada e, temo, a morte já se impacienta.
iniciei o processo de visualização… que não corresponde a nenhuma acção programática ou programada da vida que levo… da integral de João César Monteiro.
comecei pelas Recordações da Casa Amarela, entreti-me n’ O Último Mergulho, e termino – até ver -, n’ A Comédia de Deus.
não são vocês que me expulsam, sou eu que vos condeno a ficar.
happiness
i am note sure what happiness means
but i look in your eyes and i know
that it isn’t there
Inglorious Bastards
sobre o original
trailer do remake
vícios de pouca loucura
estou completamente viciado em Loneliness, dos Tuxedomoon. aqui fica uma versão ao vivo no milky way, em amsterdam.
the keys to the kingdom
a minha relação com o Adagio de Albinoni iniciou-se na continuidade da minha relação cerebral com James Douglas Morrison. no tempo anterior ao mundo, a chave da porta foram as imagens criadas pelos escritos deste homem, que quis ser poeta. mais do que o concreto das formas escritas, foi a forte cortina de névoa nos sonhos e pesadelos, estruturados por uma simbologia orgânica, que libertou o espírito tímido do eu adolescente.
Air
smoke? smoke!
COLTAN – mais uma história de minuto a minuto
Acabei de assistir ao programa da SIC Notícias Falar Global, foi convidado o Dr. Fernando Nobre, presidente da AMI, que trouxe o mundo por trás da extracção do Coltan, mineral utilizado para componentes da maioria dos equipamentos utilizados pela sociedade ocidental.
A extracção deste mineral é feita de modo artesanal – disse o presidente da AMI que por cada kilograma do mineral morrem 2 ou 3 pessoas (crianças e adultos envolvidos) e com trabalhadores em escravidão. O percurso do mineral, evidenciado neste programa televisivo, é Congo -> Ruanda -> Ocidente. Esta extracção ocorre na zona ocupada do Congo pelo Ruanda, financiando as armas que o Ruanda necessita.
A morte dos trabalhadores por cansaço e fome é habitual.
Artigos sobre o assunto aqui, aqui e aqui.
Série de 4 videos, a não perder: