pouco importa agora
Parece tarde neste verão ainda novo. Os olhos fecham-se, mas apenas isso. Sinto as pessoas tão felizes como um porco na matança tradicional – ainda assim, sorriem. Já não noto o verão como a delicadeza dos corpos descobertos. É-me irrelevante o feio, porque não vejo beleza em nenhum sítio. Parece um verão que nunca vi.