um final do dia
tenho pouco mais para me esquecer. daqui para a frente, se não me lembrar do presente, o futuro será sempre mais amargo.
dou comigo a pensar isto, depois de quase um mês numa situação que não é nem de um belo fazer nada nem, em definitivo, de um excelente momento de acção. a mão direita lixou-me o raciocínio e impediu-me os movimentos – os que vocês quiserem – e uns senhores de fato e gravata ocuparam-me o cérebro com algo que se revelou vazio.
portanto pensei no primeiro parágrafo depois de concluir a tradução do bang bang – ainda falta rever -, e olhar para o meu dia de hoje.