teoria da desilusão

enquanto o facto está distante

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escrevo, para tantos sem razão, pela força da vontade que se aloja nesta mão.

aprendo que a amizade é um pilar e confirmo a religião como um engodo, um contentamento, uma agonia, um sofrimento, uma felicidade… conforme o caso e a pessoa. seja qual for o caso, todos têm o mesmo destino, mais ou menos acomodados, que é o vazio.

espera-se a Morte e convida-se a figura para um jogo num tabuleiro de xadrez. adia-se o facto. para quê? porque nesse tempo, salvamos a nossa alma ao retirar sofrimento a outros… até que os factos sejam um só em cada um.

Escrito por j m

Junho 22, 2008 às 19:44

Publicado em cinema

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